ENTREVISTA COM TECIDISTA – ISADORA FUZA SOARES

Qual seu nome? Isadora Fuza Soares


E sua idade? 24 anos


Em qual cidade/estado você mora? São José Do Rio Preto – SP


Aonde você treina/dá aulas? Academia Altitude Escalada

1 – Isa, conta pra gente como foi o seu início no Tecido, o que te levou a buscar essa modalidade?

Eu não conhecia a prática e durante uma consulta com uma médica reumatologista tentando achar opções de exercícios físicos, ela me falou do tecido e me deixou muito interessada, pois era uma atividade física mas que envolvia a arte, então resolvi experimentar e foi amor à primeira vista.

2 – Qual era sua maior dificuldade no começo?

No início tudo era difícil rs, mas principalmente a questão da força, apesar de já ter feito outras atividades o tecido demanda músculos que nem sabia que existia!

3 – O que a prática do Tecido Acrobático significa hoje para você?

Pra Isadora praticante/aluna o tecido virou casa, refúgio de tudo, o porto seguro onde a alma pode sorrir, gritar, chorar, dar gargalhada e ser livre!

4 – E qual a sua maior dificuldade no aéreo hoje em dia? E o que você tem mais facilidade?

A força pra mim sempre foi um desafio, hoje felizmente muito mais forte e com uma musculatura bem mais preparada, mas movimentos que envolvem esse tônus muscular mais intenso ainda precisam de muito estudo e paciência. Movimentos de flexibilidade possuem todo meu coração, é onde consigo colocar minhas qualidades físicas e me sinto mais livre para brincar com as possibilidades.

5 – Como foi a transição de aluna para professora? Quando você percebeu que isso era pra você?

Na verdade perceberam isso muito antes da possibilidade passar pela minha cabeça rs, minha professora e amiga querida Mariane (Voar Sem Asas) foi a responsável pela aluna se tornar professora, de forma geral sempre gostei de ajudar as pessoas e no tecido por se tratar de um coletivo isso veio mais a tona, dividir o que eu sabia e poder contribuir com a prática para mim era muito gratificante e aos pouquinhos a “skin” professora foi nascendo e se enraizando.

6 – Qual seu maior desafio como professora? E do que sente mais orgulho?

Acho que o maior desafio hoje é conseguir fazer alterações eficientes de uma mesma aula para alunos multinível, englobando todos dos mais iniciantes aos avançados, para que consigam desenvolver o máximo de suas qualidades
Ver que as pessoas confiam e respeitam meu trabalho, que meus alunos me escolheram como guia para seus vôos e que eu consigo levar um pouquinho do meu amor por essa arte para vida de cada um.

7- E sobre o palco, qual foi sua apresentação de Tecido favorita e por que.

Tenho muito carinho pelas minhas performances, acho que todas tiveram um peso na minha trajetória com o tecido, Britney Spears no espetáculo Astros de 2023 foi um desafio interpretativo que me agregou muito, mas não posso deixar de lado uma homenagem que realizei aos meus avós com a performance da música Bandolins de Oswaldo Montenegro em 2022, ela marcou um momento muito forte da minha vida.

8 – Você prefere estar no palco ou ser professora? Fala um pouco sobre.

Estar no palco é uma delícia, é a materialização do seu esforço e dedicação, é um breve momento no qual você se transforma e essa sensação é incrível, mas ver seu aluno extremamente feliz por conseguir realizar um movimento novo ou proporcionar para ele um momento único, como a adrenalina da primeira queda isso é impagável, ser professora é transformar sonhos, fazer o impossível virar realidade… Estar no palco é ótimo, mas ter seus alunos brilhando nele te faz explodir de alegria e orgulho.

9 – Que conselho você daria para alguém que quer começar a praticar ou que está nas suas primeiras aulas?

Primeiro de tudo, tenha paciência e principalmente persistência! É isso que vai te fazer alcançar coisas incríveis.
Seja amoroso consigo mesmo! Aprender algo novo é difícil e leva tempo, você já é incrível somente por tentar, lembre-se disso.

10 – Algo mais que gostaria de acrescentar?

A prática do tecido é difícil e tem riscos, mas a vista do alto é a melhor! Sempre vai valer a pena chegar ao topo.

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